O celular de Eduardo vibra sobre a mesa de madeira, quebrando o silêncio tranquilo da fazenda. Ele olha o visor e vê o nome de Jonathan. Uma ponta de apreensão surge em seu peito; Jonathan não costumava ligar sem motivo. Atende no segundo toque.
— Fala, Jonathan, está tudo bem? E o Dylan, como está o meu sobrinho preferido? — Jonathan tenta brincar, mas a hesitação em sua voz entrega o peso que carrega.
Do outro lado da linha, Eduardo solta uma risada curta.
— Está cada dia mais esperto, cara.