A porta se fecha com um estalo abafado, mas o impacto ressoa como um trovão na sala de reuniões. Islanne permanece imóvel, os olhos presos ao espaço onde o irmão estava segundos antes. O ar parece denso, carregado de algo que não se pode nomear, mágoa, talvez. Ou decepção. Ou pior, o abandono.
Catia leva a mão ao peito, respirando fundo, como se quisesse puxar o filho de volta só com o sopro de uma oração. Afonso senta-se devagar, os olhos fixos na mesa, calculando os danos de cada palavra dita