David permanece imóvel diante da cama, como um predador que já sabe que a presa está encurralada. A respiração dele é lenta, calculada. Não há pressa. O tempo está do lado dele, e Cassandra percebe isso, o simples fato de ele não se mover já é uma forma de tortura lenta.
Ele dá um passo à frente e apoia as mãos no encosto da cama, inclinando-se para que seu rosto fique perigosamente próximo ao dela.
— Você tem duas opções, Cassandra. A voz dele é um murmúrio grave, mas cada sílaba pesa como chu