A manhã no Grupo Schneider ferve. Telefones tocam como sirenes, e e-mails disparam como mísseis. Islanne atravessa o caos com postura de rainha e sangue de guerra. Seu olhar, afiado como lâmina, resolve pendências da presidência com precisão cirúrgica. A porta se abre. Monica entra, equilibrando uma bandeja com o almoço e um sorriso curioso nos lábios.
— Pode almoçar, Dante — diz Islanne, sem tirar os olhos da tela.
— Hoje eu fico por aqui.
Assim que o segurança sai, Islanne se recosta na polt