O cheiro de café fresco preenche a casa como um abraço tímido, mas não consegue esconder o peso no ar. As paredes, silenciosas, parecem absorver a dor como se estivessem de luto também. É manhã, mas ninguém ali desperta de verdade. Cada passo, cada respiração, carrega a marca do que falta, um nome que ninguém ousa dizer alto, mas que grita por dentro de todos: Jeff. O irmão gêmeo de Lua. O bebê que foi arrancado dos braços de Marta ainda na maternidade. O filho perdido. O que não devia estar au