Os dias seguintes no hospital passaram como um borrão suave, embalados por luz branca, passos silenciosos e o som constante da respiração tranquila da bebê.
Thomas praticamente não saiu do quarto.
Dormia pouco, quase sempre em uma poltrona desconfortável ao lado da cama, acordando a cada pequeno movimento meu, a cada suspiro diferente da filha. Ele me ajudava a sentar, trazia água, ajeitava os travesseiros, perguntava se eu sentia dor, se precisava de algo — sempre com aquela atenção quase