Três meses se passaram quase como um sopro.
Agora, a fazenda estava diferente outra vez — não por reformas, nem por inaugurações — mas por flores.
Cordões de luz atravessavam as árvores. Arranjos delicados de flores do campo estavam sendo presos às cadeiras de madeira clara. O altar simples, montado sob a grande árvore próxima ao lago, ganhava os últimos ajustes.
O vento da tarde carregava cheiro de grama fresca e expectativa.
Eu estava parada um pouco afastada, observando tudo acontecer.