O dia da inauguração amanheceu diferente.
Não houve pressa. Não houve alarme estridente. Acordei antes do sol, com aquela sensação silenciosa de que algo importante estava prestes a acontecer. A fazenda — agora hotel — ainda dormia, envolta por uma névoa leve que cobria o campo como um véu delicado.
Levantei devagar e abri a janela.
O ar da manhã entrou fresco, carregado do cheiro de terra úmida e madeira nova. Ao longe, ouvi passos contidos, vozes baixas. A equipe já estava acordada, finali