Na manhã seguinte, a casa acordou com uma energia diferente.
Não havia tensão pesada no ar — havia expectativa.
Thomas já estava na mesa da cozinha quando entrei. Os papéis estavam organizados em pilhas, presos com clipes, algumas plantas abertas cuidadosamente. Ele vestia jeans e uma camisa simples, mas o olhar estava atento, quase ansioso.
— Dormiu bem? — ele perguntou.
— O suficiente — respondi, servindo café para nós dois.
Ele puxou uma das plantas e espalhou sobre a mesa.
— Eu