A noite cai silenciosa sobre a fazenda. O som dos grilos invade o quarto, misturado ao farfalhar distante das árvores balançando com o vento. Estou sentada na cama, os joelhos dobrados, os pensamentos girando em círculos desde o pôr do sol.
Ouço batidas leves na porta.
— Entra — digo, sem levantar a voz.
Thomas entra devagar, como se tivesse medo de quebrar algo invisível entre nós. Fecha a porta atrás de si e se senta na beirada da cama, mantendo uma pequena distância. As mãos apoiadas n