A realidade pós-evento de gala consolidou-se em uma rotina de duplicidade que exigia tanto nervos de aço quanto uma precisão técnica impecável. O relacionamento entre o CO e a subordinada de TI não era mais uma possibilidade teórica ou um flerte emoldurado por metáforas de software; era uma entidade viva, pulsante e perigosamente oculta sob o verniz da normalidade corporativa. Para Anne, entrar no prédio da Faria Lima todas as manhãs tornara-se um exercício de atuação digno dos melhores palcos.