A casa em Ilhabela, debruçada sobre o oceano, havia se tornado o laboratório de uma experiência sensorial sem precedentes para Nicholas e Anne. Sem o som intermitente das notificações do CorporateLink, sem o peso do crachá e, principalmente, sem a paranoia de serem captados por uma lente de segurança térmica em um depósito de arquivos, o tempo entre eles assumiu uma nova elasticidade. A celebração do amor agora não precisava de justificativas técnicas ou horários roubados; ela se manifestava na