O sol da manhã entrava suavemente pelas janelas da casa dos Vasconcellos, aquecendo o ambiente com uma luz dourada. Emma observava Miguel brincando no tapete da sala, com seus olhinhos curiosos e sorriso fácil. Era como se, ao olhar para o filho, ela encontrasse a força que precisava para seguir em frente.
Depois do reencontro com Clara, uma parte de Emma se sentia mais leve. A outra, no entanto, ainda lutava para processar tudo. Saber que sua mãe biológica havia sofrido, que tentou mas falhou