O som suave da chuva no telhado acompanhava os pensamentos de Emma enquanto ela se sentava na beira da janela, com a pulseira nas mãos. O peso daquele pequeno objeto era imenso, mais do que ela poderia ter imaginado. Era a chave de algo que ela sabia que deveria descobrir, mas ao mesmo tempo temia.
Alexandre entrou no quarto, seu olhar suave, mas atento, já conhecendo a expressão pensativa de Emma.
— Não consigo parar de pensar nisso. — Ela virou a pulseira entre os dedos. — Não sei se estou pr