A mansão estava escura quando voltamos.
O sol já tinha se posto, e as luzes automáticas do jardim ainda não tinham acendido. A Sra. Winters estava na porta, com Sophia no colo — a menina dormia profundamente, a cabeça encostada no ombro da governanta, os cabelos cacheados espalhados como um leque. O rosto dela estava calmo. Alheio a tudo.
— Ela está bem — a Sra. Winters disse, antes que eu perguntasse. — Dormiu a tarde toda. Não acordou nem para comer.
— Obrigada — respondi, pegando Sophia no c