Segurou meu queixo entre os dedos.
Me forçou a olhar para ele, mesmo eu tentando escapar do seu toque possessor.
— Agora, você não tem mais poder.
sussurrou.
Senti uma lágrima ameaçar escapar, mas a engoli.
— Você acha que ganhou, Algustus?
disse, baixinho.
— Você está se enganando.
Ele soltou uma risada baixa, sem humor.
— Estou apenas me precavendo.
Você me odeia agora, mas amanhã pode me odiar ainda mais.
Fez menção de se afastar, mas hesitou.
Seu olhar caiu para meus lábios