Fiquei andando de um lado para o outro na frente da lareira apagada, o tédio e a irritação batendo forte nas têmporas.
Quando ouvi os passos pesados dele descendo a escada, parei.
Theo entrou na sala, largando a mala de atendimento no chão com um baque seco.
Ele cruzou os braços, o olhar fechado.
Fitei ele de cima a baixo, sem esconder minha desconfiança.
— Tá se aproximando demais dela.
cuspi, direto, sem rodeios.
Theo não piscou.
— E você tá brincando de Deus.
retrucou, a voz ca