Os dias que se seguiram foram de uma quietude peculiar — não o silêncio gélido do ressentimento, mas um hiato tenso que parecia construir pontes entre eles. Pontes frágeis, de madeira verde, que rangiam a cada passo, mas que existiam.
Ian e Olívia moviam-se em órbitas cuidadosas, como dois corpos celestes redescobertos após um eclipse. Nada era fácil ou imediato. Ian deixava uma caneca de café quente na mesa da cozinha quando ela descia de manhã. Olívia escrevia bilhetes curtos sobre os horário