Cap 17. Meu corpo pede seu corpo
Miguel: Isso... Enquanto isso, posso conhecer o seu corpo também?
A ponta de seu dedo indicador toca meu colo, desliza lentamente entre os meus seios, traçando um caminho que me faz arfar. Seus olhos estão fixos nos meus, escuros, fundos, carregados de uma fome que não esconde.
Miguel: Posso?
Assinto em silêncio, a respiração presa, entregue. Ele não espera mais respostas. Apenas age.
Sua mão toca minha pele com precisão cirúrgica, mas com uma delicadeza absurda. É como se ele soubesse exatamen