O sol atravessava as frestas da janela, acariciando o rosto de Isabella com delicadeza. Ela despertou devagar, como quem saía de um sonho bom demais para acabar. Seu coração pulsava rápido, tão leve quanto a lembrança viva do beijo da noite anterior. Era como se tivesse beijado pela primeira vez. Como se nenhuma outra experiência antes daquela tivesse sido real.
Passou a mão pelos lábios, ainda sentindo o calor, o gosto, o arrepio. Sorriu sozinha, depois cobriu o rosto com as mãos, envergonhad