Dá um livro, ou dois.
Angelina Da Costa
Minhas pernas ainda tremiam quando Saulo ligou o carro. Rafael, no banco de trás, estava vidrado no celular. Eu queria perguntar a ele sobre Débora, ele se mostrava preocupado ao menos na frente dela, mas me contive. Contra minha vontade, Saulo deixou Rafa a uma quadra do prédio e seguiu comigo até em casa, mesmo que eu dissesse que não precisava.
Fui direto ao quarto de Ana Júlia. Ela dormia enrolada dos pés à cabeça.
- Júlia, filha, cheguei. Está tudo bem? - perguntei.
Ela s