Aquela manhã começou com um silêncio pesado, aquele tipo que grita em seus ouvidos e corrói o peito.
Anna havia ido embora na noite anterior, deixando um vazio que eu não sabia como preencher.
O apartamento parecia frio, estranho, como se tivesse perdido sua alma.
Eu sabia que a decisão de pedir um tempo foi necessária, pelo menos na minha cabeça.
Mas no fundo, eu sentia que estava deixando a única pessoa que realmente importava escapar pelas minhas mãos.
Cada vez que fechava os olhos, via o