Salvatore estava vivo. Ferido, isolado e sem comunicação, mas vivo.
E não era o tipo de homem que se rendia. Sangue escorria da lateral da testa, misturando-se à poeira que cobria seu rosto. Cada passo era um esforço sobre-humano, a perna latejando, mas ele mantinha os olhos atentos, os sentidos afiados. Estava em território inimigo — e qualquer barulho, qualquer sombra, podia ser uma ameaça.
A lembrança da explosão voltava em flashes rápidos. Gritos. Fogo. Fragmentos voando pelo ar. Ele não