A noite caía silenciosa sobre a casa dos Fiore. Do lado de fora, o jardim estava quieto, e a luz amarelada da luminária de cabeceira mal iluminava o quarto onde Olivia permanecia sentada na beirada da cama. Ela estava com uma manta nos ombros, o cabelo ainda solto e úmido após o banho, os pensamentos agitados.
O celular repousava sobre suas pernas, bloqueado. Por várias vezes, ela já havia aberto a tela, encarado o número salvo como “Salvatore” e hesitado.
Mas agora, o que restava era a neces