A neve fina começava a cair quando Salvatore dobrou a última esquina em direção ao endereço de Yelena Antonova. O lugar não era o que esperava. Ao invés de um esconderijo discreto, ele se deparou com uma construção antiga de dois andares, fachada de madeira escura, luzes apagadas e janelas vedadas com cortinas pesadas.
Ele se aproximou com cautela, os passos silenciosos sobre a calçada úmida. O silêncio do entorno era perturbador — nenhum som de televisão, nenhum ruído vindo de dentro, nem seq