O vento balançava levemente as cortinas da sala quando Olivia se sentou no sofá com um livro nas mãos, mas os olhos não liam nenhuma palavra. A cabeça estava distante, pesada. A sensação de estar sendo observada persistia, mesmo dentro de casa. Ela tentava ignorar, tentava se convencer de que era apenas paranoia — fruto dos últimos acontecimentos — mas a inquietação não passava.
Passou os dedos pelos cabelos, respirando fundo.
— Você está perdendo o controle, Olivia… — murmurou.
Desde que