Assim que a porta da frente se fechou, Isadora caminhou até o quarto com passos lentos. O silêncio da mansão parecia mais presente do que nunca. Sentia-se cansada, confusa, e uma parte de si ainda estava presa no olhar de Rafael antes de se despedirem no carro.
Foi direto para o banheiro. Precisava de um banho para tentar acalmar o turbilhão dentro de si. A água quente escorria por seu corpo, lavando o suor do dia, mas não era suficiente para levar embora a inquietação em seu peito.
"Será que e