Ronaldo
Margarida teve alta logo cedo.
Emma se jogou nos braços dela assim que cruzamos a porta.
— Mamãe! — o grito choroso ecoou pela sala.
Ela se agarrou ao pescoço da Margarida com tanta força, os bracinhos finos tremendo, que meu coração se apertou.
— Filha… tá tudo bem agora, a mamãe tá aqui… — Margarida sussurrava, acariciando os cabelos da menina.
— Eu fiquei com medo! Achei que você não ia voltar! — soluçava, as palavras quase engasgando no choro.
Margarida fechou os olh