Margarida
Emma brincava animada no jardim, correndo entre as flores e gargalhando como se aquela fosse a brincadeira mais fascinante do mundo: escapar dos braços do pai. Ronaldo, tão diferente do homem contido que costumava ser, sorria de verdade, um sorriso largo, livre, quase menino.
— Eles têm essa conexão, não é? — uma mão suave pousou em meu ombro, e me virei para encontrar minha sogra.
— Sim. É muito bonito de ver. — afirmei, com sinceridade.
— Emma está muito feliz com você, Margarida. —