108. Confronto a Luz do dia
Assim que entrei no prédio da empresa, fui imediatamente envolvida pela familiar sensação de movimento constante. Pessoas caminhavam de um lado para o outro com pastas nas mãos, telefones tocavam ao fundo e o ar condicionado espalhava aquele frio típico de ambientes corporativos que sempre me deixava levemente arrepiada.
Mas, naquela manhã, nada daquilo conseguiu me distrair de verdade.
Meu foco estava em uma única coisa: falar com René.
Caminhei pelo saguão com passos firmes, tentando ma