107. Novos começos
Acordei com a ausência dele.
Não foi o frio no lado vazio da cama que me despertou, mas a sensação silenciosa de que Kairos já havia saído. Abri os olhos devagar, ainda envolta pelo calor do cobertor, e virei o rosto para o criado-mudo ao meu lado. Foi então que vi o bilhete.
Reconheci a caligrafia imediatamente.
Sentei-me na cama e peguei o pequeno papel dobrado.
“Bom dia, meu amor.
Saí cedo para a audiência com Victoria. Não quis acordar você.
O café da manhã está na mesa.
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