Os dias seguintes ao acidente se misturaram em uma sequência estranha de horas. Maya já não sabia dizer com certeza em que momento o dia virava noite.
O hospital parecia existir fora do tempo comum. Luzes sempre acesas, passos constantes, vozes sempre em tom controlado, como se ali ninguém tivesse o direito de falar alto demais.
Ela continuava ao lado de Josh.
Dormia sentada, quando o corpo não aguentava mais, a cabeça apoiada na borda da cama ou no próprio braço. Às vezes, Ingrid conseguia co