Quatro anos depois.
A mansão Kameron já não parecia tão grande demais. Talvez porque, agora, ela estava cheia de vida.
Em um fim de tarde ensolarado, risadas infantis ecoavam pelo jardim. O gramado, antes cenário de conversas tensas e decisões pesadas, agora era território de brinquedos espalhados, carrinhos jogados e um pequeno par de tênis correndo de um lado para o outro.
— Aaron! — Maya chamou, rindo, enquanto tentava acompanhar o filho. — Espere, pequeno!
O menino de quatro anos correu ain