Os dias na mansão Kameron tinham encontrado um ritmo quase previsível.
Trabalho, almoços em família, reuniões, jantares tranquilos, caminhadas no jardim. Depois de tanto caos, essa previsibilidade era, para Maya, um presente.
Mas, nas últimas semanas, algo começou a fugir desse padrão. Nada dramático. Apenas pequenos sinais.
Um cansaço insistente que não passava, mesmo depois de uma noite inteira de sono. Uma tontura leve quando subia a escada rápido demais. Uma sensação estranha de que alguma