Os dias seguintes ao despertar de Josh pareciam, para todos ao redor, um presente que ninguém tinha coragem de pedir em voz alta.
Depois do primeiro movimento de dedos, do primeiro olhar confuso, do primeiro “Maya” sussurrado entre lábios secos, os pais dele correram para o hospital. O reencontro foi cheio de lágrimas, sorrisos contidos, mãos demais tentando tocar o pouco de pele livre de fios.
O médico confirmou, com cuidado, o que o coração deles já sabia:
— Ele saiu do estado de coma — expli