Desde o dia em que sentiu os dedos de Josh se moverem pela primeira vez, Maya praticamente não saiu mais do hospital.
Ela ia para a empresa de manhã, cumpria o mínimo indispensável de reuniões e decisões, e voltava o mais rápido possível. Os pais de Josh insistiam em revezar, mas ela fazia questão de estar ali em todos os horários que conseguia.
A esperança, depois de tanto tempo apagada, tinha reacendido. Ainda pequena, ainda frágil, mas viva. Mesmo assim, os médicos continuavam pedindo cautel