— Você está deslumbrante — ele murmura, e a voz dele é um fio de ternura que me desarma, que me faz querer chorar.
— Obrigada, pai — respondo, e minha voz mal sai, um sussurro embargado, quase inaudível.
Ele oferece o braço, forte e seguro, o mesmo braço que me amparou desde que me lembro, que me deu segurança em todos os momentos. — Vamos?
Assinto, e um nó se forma na minha garganta, um misto de emoção e expectativa. E começamos a caminhar, cada passo na areia parece ecoar dentro de mim, uma b