Ele para diante de mim, a poucos centímetros. Seu rosto está pálido, a máscara de controle rachada, revelando o homem assustado por trás. O cálculo deu lugar ao instinto.
— Me dá isso — ele ordena, a voz tensa, a mão estendida num gesto que é tanto um pedido quanto uma ameaça.
— Não! — Envolvo a estatueta contra meu peito, o metal frio contrastando com a pele quente. É meu único fragmento de verdade em um mundo de mentiras. — Fala a verdade! Por que isso me fez lembrar? Por que você estava me c