Magnus caminhava pelos corredores de pedra negra da sua fortaleza, os pés descalços fazendo ecoar batidas graves no silêncio. A cada passo, as paredes pulsavam como se respirassem junto com ele. O ar estava impregnado de enxofre e sangue seco, um lembrete constante do pacto que havia feito. Seus olhos, antes claros, agora eram duas fendas de trevas flamejantes.
Ele sabia que o momento estava chegando. Mas algo ainda lhe faltava.
Quando chegou à sala do trono, o chão estava coberto por símbolos