O salão da fortaleza de Magnus pulsava com escuridão. As paredes vivas, cobertas por símbolos demoníacos gravados em sangue, pareciam respirar como se o próprio castelo fosse um corpo corrompido pela magia. Tochas negras ardiam com chamas púrpuras, projetando sombras que se moviam de forma independente, como criaturas vivas, prontas para atacar.
No trono de ferro retorcido, Magnus aguardava. Seus olhos, outrora apenas de um alfa ambicioso, agora brilhavam como duas fendas incandescentes. A cada