Magnus permanecia em sua fortaleza sombria, envolto por tochas negras que queimavam com fogo azul. Seus generais se ajoelhavam diante dele, corpos imensos de lobos e guerreiros corrompidos pela escuridão. O rei das sombras caminhava em círculos, o olhar em brasas, cada passo reverberando como trovão pelo salão.
— Quero o refúgio destruído — sua voz ecoou, profunda, carregada de fúria. — Annabelle, Andreas, Azaleia... nenhum deles pode escapar desta vez.
Seus soldados urraram em obediência, mas