A noite estava silenciosa no refúgio. O luar filtrava-se pelas frestas das árvores e iluminava o semblante cansado de Eros. O alfa do Alasca caminhava sozinho, o peito apertado, como se um peso invisível esmagasse seus ossos. Todos pensavam nele como um guerreiro incansável, um líder que resistira às sombras, mas dentro de si Eros carregava algo mais cruel do que qualquer inimigo: a culpa.
Sentou-se à beira de uma das fogueiras quase apagadas. O crepitar suave das brasas o levou de volta ao pas