A noite estava fria no Refúgio dos Híbridos. As fogueiras já haviam se apagado, restando apenas cinzas que brilhavam como brasas cansadas. O vento soprava entre as árvores, trazendo o cheiro úmido da terra e o silêncio pesado que antecedia a guerra.
Eros estava sozinho. O alfa do Alasca, antes temido por todos, agora não passava de um homem curvado sob o peso do arrependimento. Estava sentado no jardim do refúgio, os olhos fixos na lua que reinava alta no céu. As lágrimas escorriam em silêncio,