– Ah… Você é… Droga – não conseguiu completar, sentindo-o pressioná-la com um pouco mais de força, fazendo-a revirar os olhos.
– Porra… Você é tão apertada… – Clarck rosnou, apertando-a pelas coxas, encostando seus lábios na testa da ruiva, beijando ali antes de começar a se mover.
Os movimentos lentos, aos poucos, tornaram-se mais erráticos, mais fortes, intensos, e logo Clarck precisava manter o corpo da ruiva parado com suas mãos enquanto enterrava-se nela com toda força, fazendo os seios