— Socorro! — implorou Edla, a voz agora mais fraca, quase um sussurro perdido na imensidão da noite.
Tentou se debater, mas cada movimento era contido pela força brutal do monstro. A pressão das garras, o peso do corpo, a sensação de estar sendo tragada para um abismo sem retorno, tudo a deixava à beira da rendição.
A respiração tornou-se cada vez mais curta, o medo transformando-se em uma paralisia que ameaçava roubar-lhe a última faísca de esperança. Lágrimas escorriam pelo seu rosto, mistur