Clarice suspirou quando o carro de Clarck parou em frente à sua casa. A noite parecia calma, mas dentro dela, havia um turbilhão. Clarck desligou o motor e virou-se para ela, o brilho dourado de seus olhos suavizado pela preocupação.
– Preciso voltar para a matilha – disse ele, a voz baixa. – Ainda estamos investigando o rastro do Lycan. Não posso ficar parado enquanto ele continua à solta. Mas, antes de ir, queria agradecer, obrigada por vir comigo hoje, conhecer meu lar…
Clarice assentiu, emb