— Clarice? — ele perguntou, a voz grave, mas suave, com um toque de preocupação. — Você está bem?
Ela o olhou, tentando se recompor, puxando a toalha um pouco mais sobre seu corpo, se sentando na cama com os pés no chão. O sonho a deixara confusa e perturbada, e o fato de Clarck estar ali, tão presente, fez com que ela se sentisse ainda mais vulnerável. Ele se aproximou da cama, com passos cautelosos.
— Foi só um pesadelo — disse ela, tentando soar calma, mas havia um leve tremor em sua voz.
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