A noite envolvia Pinewood em uma névoa densa, carregada de mistério e um perfume leve de terra molhada. Sarah estacionou o carro em frente à pequena casa de sua avó, Elaina, cuja luz fraca iluminava a varanda, criando sombras alongadas que dançavam com o vento. O som das folhas sendo agitadas pelas rajadas frias era o único ruído que rompia o silêncio.
Ela ajustou o casaco em volta do corpo antes de bater na porta. Elaina, com seus cabelos presos em um coque simples, abriu a porta com um sorriso