Em meio aos poucos focos de luz que ainda resistiam à escuridão da noite, Eidan caminhava de volta ao assentamento. Seus passos eram silenciosos e pesados, carregando consigo o peso esmagador da dor e da humilhação. Cada movimento parecia relembrá-lo do quão cruel era a sua existência diária. Enquanto avançava pela trilha lamacenta, sua mente se voltava para a memória da floresta, um refúgio onde a chuva incessante, o sussurro das folhas e o cheiro terroso ofereciam, por instantes, uma liberdad