Clarck, observando cada detalhe, murmurava baixinho: — Há algo de trágico nisso. Cada rosto, cada lágrima, conta uma história de angústia que precisa ter fim. Não podemos mais ficar de braços cruzados.
Mesmo que, até então, nenhum deles tivesse se aproximado de Eidan, naquele instante, o sentimento de responsabilidade e de compaixão era palpável. Eles não sabiam exatamente como intervir, mas sabiam que algo precisava ser feito. A esperança de mudar o destino do homem marcado pulsava silenciosam